MANOBRAS
- Teoria de Vôo sem fórmulas: aprenda tudo sobre o vôo dos aviões, em fórmulas!
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- Curvas de Competição: Para efeito de competições, as curvas diferem bastante das que estamos acostumados a fazer, que privilegiam o conforto e a coordenação.
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- Hammerhead: É talvez a manobra acrobática básica mais elegante que existe. Consiste em levar a aeronave á posição vertical, deixar que a velocidade drene lentamente e, quando se esta está quase ou completamente parado no ar, guinar no eixo vertical até atingir a vertical descendente e então recuperar. A palavra hammerhead que dizer "cabeça de martelo" em inglês. Os britânicos chamam de stall turn (curva de estol) o que é um equívoco, já que não há estol (não há ângulo de ataque) em nenhum momento da manobra.
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- Looping: É a manobra mais conhecida da Acrobacia Aérea. Consiste de um círculo efetuado no plano vertical. Pode ser normal ou invertido. Neste último o piloto é submetido a altas cargas G negativas. Pode também ser efetuado tanto a partir do ponto mais baixo quanto do mais alto. Na acrobacia de competição o objetivo é o de se obter uma figura cuja projeção seja perfeitamente redonda, que começa e termina exatamente no mesmo ponto.Vamos ao mais conhecido, o looping normal iniciado de baixo.
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- Parafuso: O parafuso é uma manobra de auto-rotação em que o avião é levado ao estol de maneira assimétrica, guinando para um dos lados. Com isso a asa do lado onde foi aplicado leme vai estar completamente estolada enquanto a externa ainda vai gerar alguma sustentação. O resultado é uma trajetória vertical descendente e em espiral, que irá se manter até que se apliquem comandos que a neutralizem.
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- Tunô Lento: Consiste de um rolamento lateral em torno do eixo longitudinal da aeronave. Na verdade não tem nada a ver com a velocidade de execução, que pode ser extremamente rápida. A idéia é que o avião não varie a altitude nem tampouco perca a proa durante a execução da manobra. Caso executada corretamente, o avião estará exposto a próximo de um G negativo durante a parte invertida. Um bom entendimento do efeito da guinada adversa é essencial para a compreensão da manobra.
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- Vôo Invertido: Trata-se do vôo de "cabeça para Baixo" ou a 1 G negativo. Muitos falam em inversão de comandos quando nesta posição, que é necessário empurrar o manche para subir e o oposto para descer. Eu prefiro outro ponto de vista: o profundor não vai mudar de comportamento. Quando se empurra o manche, o nariz vai à direção dos pés. Quando se puxa, vai à direção da cabeça. É simples e não gera dúvidas.
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